segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Atenção prefeito! Em São Luis, SAMU continua pedindo socorro!


Recebemos nos últimos dias diversas denúncias de funcionários terceirizados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU que fica no bairro do Filipinho na capital. As reclamações são das mais diversas, desde assédio moral a atraso nos salários de funcionário de contrato temporário.


Esse tipo de conjuntura contribui para agravamento da precarização do atendimento de urgência, ainda mais em meio a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), pois por mais que esteja avançada a imunização, cotidianamente centenas de pessoas são infectadas com o vírus e por muitas vezes é necessário que as ambulâncias do SAMU leve o paciente para hospitais que possuam leitos exclusivos para Covid.

A diretoria administrativa ainda é a mesma de quando Edivaldo Holanda Júnior estava à frente da prefeitura, e desde que a gestão de Eduardo Braide iniciou até hoje nada melhorou, pelo contrário, funcionários em regime de contrato temporário afirmam estarem com seus salários atrasados, sendo que todos os outros funcionários da rede municipal de saúde estão no mesmo regime e com seus salários em dia.

O médico Michael G. Marques é o diretor geral, porém é considerado um “fantasma” por nunca estar presente na unidade. Marques também trabalha como médico no Socorrão II, e existem denúncias comportamentais sobre as técnicas de nível médio e superior no hospital. A diretora administrativa Schirley Cristina Costa, que responde processos, não se comunica com os funcionários, permanecendo o tempo inteiro trancada em sua sala, evitando contato com os outros funcionários sem explicar a situação, inclusive denúncias de assédio moral também recaem sobre ela.

Acareamos que a Secretaria Municipal de Saúde – SEMUS realizou o pagamento de todas os contratos terceirizados e somente os CT’s da SAMU não receberam seus salários. O diretor geral quando indagado pelos funcionários quanto aos pagamentos, ele culpabiliza a administração da prefeitura, porém existe grande suspeitas de que o boicote venha de dentro da administração do SAMU. O secretário municipal da saúde Dr. Joel Nunes está ciente da situação, porém, até o momento não se posicionou e não tomou nenhuma providência para a resolução do caso.

Resta-nos uma dúvida… porque só os funcionários da SAMU não receberam seus salários?! Um serviço tão importante que consiste em atendimento às urgências pré-hospitalares, utilizado em casos de urgência e emergência, já vinha sendo sucateado no final da gestão de Edivaldo Holanda, e só tem piorado com Eduardo Braide, pois parece se preocupar só com a vacinação, e se esquece de outros setores importantes da saúde como o SAMU, que era para estar melhorando, e se encontra em total descaso, pois não tem uma administração eficiente, sem participação, sem reuniões de rotina, completamente abandonado, com privilégios para um grupo administrativo seleto em detrimento do sofrimento de outros.

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