quinta-feira, 10 de setembro de 2020

UFMA amplia em 72% a oferta de vagas de ensino superior a distância no Maranhão



SÃO LUÍS - A Universidade Federal do Maranhão, junto à Universidade Aberta do Brasil (UAB) e em nove meses de gestão da reitoria do reitor Natalino Salgado, conseguiu ampliar os horizontes do ensino acadêmico em modalidade a distância no Maranhão, com um grande salto no número de vagas de 72,7%. A UFMA também está constituindo mais dez polos presenciais novos que facilitarão o acesso à educação superior nos municípios do estado.

A UAB, que está em 35 municípios no Maranhão, foi instituída para desenvolver a modalidade de educação a distância com o objetivo de expandir e interiorizar a oferta de cursos de nível superior no Brasil. Tendo atualmente 2.338 mil alunos matriculados, a previsão é de ofertar mais mil e setecentas vagas para o próximo semestre letivo. Os novos polos apoiados pela nova gestão da UFMA contemplam os municípios de Cururupu, Grajaú, Cândido Mendes, Penalva, Alto Parnaíba, Pastos Bons, Loreto, Santa Quitéria, Urbano Santos e Paraibano.

Segundo Amanda Aboud, coordenadora UAB na UFMA, os avanços atuam em concordância com os objetivos da gestão da Universidade, que busca integrar a educação a distância (EaD) no seu plano de desenvolvimento institucional e segue batendo metas. Ela acrescentou que o primeiro objetivo concluído foi a ampliação de vagas de cursos de graduação autorizados. Além das vagas, o programa permitirá com que a UFMA atue em 80% do território maranhense. 

“Este ano tem sido muito desafiador, o modelo da educação a distância centrado em polos de apoio presencial do sistema UAB precisou ser redesenhado, e as universidades atuando de maneira colaborativa têm colocado suas experiências para que alguns avanços permaneçam. Nossa equipe precisou especialmente repensar estratégias pedagógicas e tecnológicas, e com elas, nossos projetos são agora de tornar os cursos mais dinâmicos, ofertar mais especializações e corroborar com a meta de formação de professores para que o Estado melhore seus índices de formação”, afirmou a coordenadora.

 


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