quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Nem tudo são flores

Resultado de imagem para base de alcantara
Um processo que parecia que duraria anos, dá demonstração de que sairá do papel e dará frutos finalmente. A Base de Alcântara, ao que tudo indica, voltará a funcionar e, se a promessa de retorno financeiro do mercado aeroespacial de bilhões se concretizar, começará a gerar recursos para o Brasil e para o Maranhão.
Assim pensam os deputados federais que participaram diretamente da aprovação do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), que foi assinado entre os Brasil e os Estados Unidos em março do ano passado.
Mas nem tudo são flores, como tentam passar os parlamentares. Houve resistência sim. Quando a proposta tramitou na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, os aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) buscaram em várias sessões obstruir a votação.
PSB, PT e PCdoB buscaram de todas as formas adiar a votação do relatório do deputado Hildo Rocha (MDB), que foi elaborado 10 dias após o emedebista ser escolhido como relator.
O próprio Dino, nas redes sociais, fez críticas e mais críticas ao AST, alegando que atingiria a soberania nacional.
Uma live nas redes sociais com ameaças do presidente Jair Bolsonaro de encerrar o AST com Alcântara e buscar outro estado, como o Amapá, fez com que – do dia para a noite – petistas e comunistas decidirem agir a favor. O desenrolar da história foi a aprovação do acordo na Câmara e no Senado num intervalo de cerca de dois meses.
Agora é esperar os frutos dessa negociação e que sejam bons, principalmente, para o Maranhão.
Do contra – O único deputado da bancada do Maranhão que votou contra o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas foi Bira do Pindaré (PSB).
Na verdade, ele foi o único parlamentar do grupo de Flávio Dino que manteve o discurso de se posicionar contra.
Outros colegas de grupo e parlamento criticaram o AST, fizeram audiência pública para condenar o acordo, mas no fim mudaram de opinião.
Estado Maior

Nenhum comentário:

Postar um comentário