quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Triste pobreza do Maranhão

O Maranhão, por mais um ano, lidera o ranking da extrema pobreza no Brasil. É o terceiro ano consecutivo que a número de miseráveis ultrapassa o triste percentual de 50% da população de todo o estado.
São maranhenses que vivem com até R$ 420,00 por mês.
São maranhenses que não conseguem fazer as refeições básicas com facilidade. São maranhenses que penam para conseguir atendimento médico, escola de qualidade para os filhos e que não têm água em suas torneiras e convivem com esgoto nas ruas.
São pessoas que não estão nas peças publicitárias do Estado ou dos Municípios, que não refletem os investimentos propagados em tom de bons serviços prestados aos cidadãos. Uma realidade que pode até atrapalhar o sonho do governador Flávio Dino (PCdoB) de ser presidente da República em 2022.
O fato é que o cenário do estado, cuja promessa foi de fartura e riqueza após proclamação da República do Maranhão, somente piora desde 2016.
E os motivos são: pelos critérios apontados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado decorre de falta de investimentos que possibilitem desenvolvimento e, como consequência, geração de emprego e renda.
Aliado a isso, também conta a falta de saúde, educação e saneamento básico – que por sinal, o Maranhão também é líder nacional no péssimo dado sobre saneamento básico.
Cenário ruim – Pelos dados do IBGE, existem mais de 3,5 milhões de maranhenses abaixo da linha da pobreza. O percentual sempre foi alto, mas ultrapassou a metade da população a partir de 2016.
Além deste dado do IBGE, a população enfrenta desde 2016 aumentos sucessivos de impostos (três no total em alíquotas do ICMS).
Tais aumentos no ICMS pesam ainda mais para os mais de 53% da população que vivem com até R$ 420,00 por mês.
Estado Maior

Nenhum comentário:

Postar um comentário